sábado, 12 de junho de 2010
Liberdade
"...Liberdade e angústia se unem na existência. O homem é livre para optar e escolher. No entanto, não há opção sem angústia. Ao escolher deixo de lado outras coisas sem ter certeza de que a escolha foi a melhor ou será bem sucedida. Quando escolho sou eu quem me escolho, pois toda opção é feita em função de uma opção interior, pela qual eu julgo que irei me realizar. No entanto, a escolha é um salto no escuro. Não posso ter certeza a prioridade de que a escolha é boa, mas esta escolha não é feita arbitrariamente. Ela deve ser motivada pela busca da verdade..."
Pingo no i!!!!
Será que fazemos isso – colocamos os pingos nos is – quando terminamos uma relação? Nem sempre, não é mesmo? Em muitos casos, tudo o que conseguimos é dizer para o outro é “Não dá mais. Não estou bem. O amor acabou”. Isso nos ajuda, nos tira a culpa? Ajuda o outro? Eu respondo: não ajuda. É claro que não precisamos bater em “cachorro morto”, mas colocar para o outro pontos positivos e negativos da relação pode ajudá-lo a se transformar para uma relação futura. Se gostarmos, se vivemos uma relação, somos um pouco responsáveis pelo outro. Se cativarmos, se o fizermos parte da nossa história – não importa por qual período foi – somos, sim, responsáveis. Então qual será a escolha? Deixamos o outro ir embora sem receber qualquer feedback ou rasgamos o verbo e, abrimos para esse outro o que nos incomodou, o que não bateu o que ficou? Há relações que entramos para tentar esquecer a outro. E, infelizmente, a presença, esse novo amor – por vezes – não é suficiente para nos tirar do poço de solidão que nos encontramos. E, nesses casos, ok – não há mesmo o que falar. O outro não tem culpa, o outro não teria como fazer qualquer diferença na nossa vida. Não estamos abertos, não temos condições de receber ou dar amor. Estamos ainda doidos, machucados, a ferida está lá aberta. Mas em muitos outros casos, podemos, ou melhor, devemos colocar os pingos no is. O outro vai nos ouvir, vai compreender, vai aceitar? Pode ser que sim, pode ser que não. Mas, ainda assim, sou da opinião que devemos falar o que vai dentro. Esta semana, conversando com uma amiga ela reclamava… O namorado de seis anos simplesmente lhe disse: “Precisamos conversar, está tudo acabado, não vamos mais nos ver – você merece outro muito melhor do que eu”. Tragédia! Resultado: ela ficou perdida durante quase um ano – sem saber o que aconteceu. A sensação da perda, misturada à dúvida, a deixavam mais que confusa. Ele não deu qualquer pista, não foi claro, não foi honesto – depois de seis anos, só o que conseguiu falar foi “não dá mais”. Pode até ser que ele não tivesse condições de se expressar adequadamente e então preferiu se esconder. Mas fato é, para nós, humanos, toda vez que fechamos uma porta queremos saber o que ficou para trás. O que precisamos corrigir para o futuro, para as próximas oportunidades. Queremos compreender onde erramos. Até porque os problemas que ficam abertos voltam durante nossa vida. Isto é, tudo o que não foi aprendido retorna para que possamos evoluir crescer… E, nesse contexto, ajudar o outro também nos faz melhor. E é claro que tudo depende da INTENÇÃO. Não vamos sair por aí falando todo o tempo verdades nuas e cruas sem nos preocupar com os sentimentos e a saúde emocional do outro. Mas, podemos sim contribuir para o seu crescimento.
Essa situação – de avaliação, retorno, feedback – vale para tudo. Imagine um chefe que a cada desapontamento com sua equipe troca a todos, os manda embora sumariamente sem qualquer possibilidade de uma segunda chance… Pois é, difícil não é mesmo? O problema é que muitos de nós vive assim o dia a dia – despedindo a tudo e a todos que estão ao seu entorno , toda vez que se vê obrigado a confrontar-se ou abrir mão de alguma crença errônea. Quem perde mais na relação: quem despede ou é despedido? Complexo. Por vezes é melhor mesmo ir embora, ficar livre, experimentar a liberdade e, quem sabe, nesse meio tempo, reorganizar-se, conhecer outras pessoas, etc. Melhor estar só que mal acompanhado… Por isso, o que fazemos com o que vivemos é nosso. Podemos aprender ou continuar errando. Escolhas, sempre escolhas. despedindo a tudo e a todos que estão ao seu entorno.
Decidi...
“Decidi te querer por querer, decidi te lembrar quantas vezes eu tenha vontade sem nada perder“*… É há momentos que não adianta tentar esquecer, amordaçar o que vai dentro. Só o que dá é viver cada detalhe, cada gesto, degustar cada minuto como se fosse um manjar dos deuses… E, como numa dança de sedução e de tudo o que é proibido, viver a sensualidade de cada toque roubado, cada olhar escondido, cada palavra falada ou não falada… Viver o amor, brindar a vida, o outro, o encontro – estar e fazer feliz! É assim que acontece o amor. E tudo começa com uma decisão, que independe de qualquer outro, qualquer momento, qualquer dificuldade, qualquer impedimento, vem de dentro para uma vida, uma nova história. Dessa forma nasce o amor. Aquela sensação de sentir-se sem chão, sem medida e, ao mesmo tempo plena, segura e insegura, guerra e paz. Dessa maneira se vive o amor que se transforma e cresce e, nesse sentido, nos faz divinos. Amar – que decisão complexa, amedrontadora, enlouquecedora, rejuvenescedora… É mesmo um milagre! E se é tudo de bom – por que não nos deixamos envolver com esse sentimento, o mais nobre de todos? Temos medos, marcas, dúvidas, somos mais ou menos como os “gatos escaldados”, fugimos de água fria… Além disso, a própria sociedade demanda-nos cuidado. Tanto que mais do que anestesiadosm ficamos mesmo é num estado de defendidos. Defendemo-nos de nós mesmos, dos nossos medos, nossos desejos, nossos sentimentos, nossos sonhos – evitamos tudo o que não está no script que ao longo do tempo pensamos escrever. Esquivamo-nos do outro, do amar. Da possibilidade, da oportunidade de viver uma relação seja lá como for. A questão é, se todos pudessem experimentar a sensação de: Ok! Estou mesmo apaixonado! Não há mais o que fazer. Rendo-me ao seu amor. Ao meu amor. Ao nosso tempo – ao não tempo. Não me importa o quanto vai durar. Não conta se está certo ou errado – só o que posso fazer é te amar. Não sei se você corresponde. Não sei se está pronto, não sei se será fácil… Não sei se estou pronto. Nada mais há a fazer. A não ser amar, amar, amar. Libertar-me, libertá-lo, sorrir, abraçar, amar… Abrir as portas. O coração. Abrir para o que despertou e o que desperto – o que temos de melhor. Juntos, brilhamos mais, me sinto mais forte, mais jovem – sou coragem. Sou vida. Sou eu em você. Sinto-me por isso capaz e, mais, sinto-me amado em cada toque, ao olhar-te, ao perceber o sorrir em teus olhos. Sinto-me amado quando me beija na boca, me empresta seu cheiro, me ama com pressa… Ok. Estou assim: entregue a nós e a esse sentimento que faz tão bem… Amo você como jamais se poderia amar alguém. Amo você com todo meu ser, alma, corpo, mente, amo porque quero, escolho. Amo porque me faz bem… Ok. Em você sinto-me maravilhosamente homem! Sou seu amor. Lindo não é mesmo?! É sentir-se apaixonado nos faz poetas. Mais coloridos, mais alegres, mais… É para todos? Sim. Todos podemos entrar em uma relação com esse tom, essa intensidade, essa vontade… Dará certo, durará para sempre? Não há como saber ou avaliar. Vai machucar, doer, vamos sofrer, vamos ser felizes? Tampouco há como prever.
E, isso tudo é da vida. Afinal, não há como brincar com fogo sem se queimar, amar sem arriscar, viver sem experimentar. Então, que venham os amores, as paixões, os sentimentos. Que sejam fortes certos ou incertos. Que sejam avassaladores e, que ok – sim deixem marcas… Boas ou más… Que possamos então mergulhar em cada situação que a vida nos traz. São todas presentes! Presentes que abrem nossos corações e, nos ajudam a trazer a tona tudo o que precisamos. Então fica a pergunta – você está amando? Permitiu-se viver uma história? Está poeta por esses dias? Conte-me a sua história de amor, fique com ela! Guarde-a como se fosse uma jóia rara – ela por fim – despertou sentimentos, sensações – despertou o que levar de belo, bom e verdadeiro – o resto, bem, o resto pode até balizar escolhas futuras – não impedi-las… Escolhas, sempre escolhas.
E, isso tudo é da vida. Afinal, não há como brincar com fogo sem se queimar, amar sem arriscar, viver sem experimentar. Então, que venham os amores, as paixões, os sentimentos. Que sejam fortes certos ou incertos. Que sejam avassaladores e, que ok – sim deixem marcas… Boas ou más… Que possamos então mergulhar em cada situação que a vida nos traz. São todas presentes! Presentes que abrem nossos corações e, nos ajudam a trazer a tona tudo o que precisamos. Então fica a pergunta – você está amando? Permitiu-se viver uma história? Está poeta por esses dias? Conte-me a sua história de amor, fique com ela! Guarde-a como se fosse uma jóia rara – ela por fim – despertou sentimentos, sensações – despertou o que levar de belo, bom e verdadeiro – o resto, bem, o resto pode até balizar escolhas futuras – não impedi-las… Escolhas, sempre escolhas.
Bons Amigos
Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
Machado de Assis
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
Machado de Assis
Alexandre Caxito e Corina Xisto
Rir é correr risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!
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